Seis meses depois das denúncias do ex-espião, Edward Snowden, sobre a vigilância absoluta dos Estados Unidos sobre as comunicações mundiais, a indignação do governo brasileiro ainda parece ter dificuldades de materializar algum tipo de prioridade para o tema da defesa cibernética. Apesar dos planos traçados como reação, o Ministério da Defesa ainda sofre com “cifras modestas” para fazê-los deslanchar.
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