Uma organização britânica de defesa das crianças na internet afirma que fotos sensuais trocadas entre os mais jovens estão na mira de redes de pedofilia. Hackers cientes da prática buscam essas imagens – compartilhadas via ferramentas como o Facebook e o aplicativo Snapchat – e as repassam para administradores de sites voltados à pornografia infantil.
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