As máquinas de fotografia digitais acabaram com o velho rolo de filme e os equipamentos que deles dependiam. Será que, agora, as câmaras digitais vão ser devoradas pelos smartphones, equipados com lentes de registo de imagem cada vez mais eficientes? É cedo para uma resposta definitiva, mas o certo é que o aparecimento dos iPhones, dos Galaxy e outros semelhantes estão afetando o negócio de gigantes como a Canon e a Nikon e colocaram os executivos destas empresas a perder umas horas de sono a pensar no que fazer no futuro.
Não será por acaso que a japonesa Canon já perdeu 18% na bolsa este ano e quase 30% face ao máximo que as suas ações atingiram, em 1 de Maio de 2007. O cenário é mais negro para a Nikon. Também nipônica, a empresa viu diluir-se na bolsa 44% do valor que tinha no início deste ano e 53% face ao seu recorde histórico, atingido em 1 de Setembro também de 2007.
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